Mário Scalini, supervisor de belas-artes para os museus de Modena e Reggio Emília, identificou uma suposta imitação como sendo um verdadeiro trabalho de Rafael.
O pequeno quadro encontrava-se misturado com cerca de 27 mil obras guardadas num museu.
Numa visita aos armazéns da Galeria Estense de Modena, reunidas pela família Este, que governou durante séculos o ducado de Modena.
Scalini ficou intrigado com a tela e pareceu-lhe particularmente estranha a moldura que lhe pareceu boa demais para estar a ser usada na imitação do século XVIII.
Segundo ele trata-se da Perla della Modena
in PÚBLICO, 11/5/2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
BENJAMIN PÉRET - POETA FRANCÊS
O poeta Benjamin Péret nasceu em 1899, em Rezé, França, e faleceu em 1959, em Paris.
Foi membro do grupo surrealista desde 1922 (Le Grand Jeu, 1928), mantendo-se fiel a André Breton e assumiu-se hostil a qualquer compromisso militante da poesia (Le Déshonneur des Poètes, 1945).
Nicolau Saião traduziu, na revista DI VERSOS, 8 (Inverno de 2004), dois poemas: e Tempo diferente e A doença imaginária.
Foi membro do grupo surrealista desde 1922 (Le Grand Jeu, 1928), mantendo-se fiel a André Breton e assumiu-se hostil a qualquer compromisso militante da poesia (Le Déshonneur des Poètes, 1945).
Nicolau Saião traduziu, na revista DI VERSOS, 8 (Inverno de 2004), dois poemas: e Tempo diferente e A doença imaginária.
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NICOLAU SAIÃO - POETA E PINTOR
O poeta, pintor, publicista e actor/declamador Nicolau Saião nasceu em Monforte do Alentejo, em 1946.
Publicou Os Objectos Inquietantes, Flauta de Pan, e Os Olhares Perdidos (poesia) e Passagem de Nível (teatro). Tem ainda por publicar As Vozes Ausentes (prosa diversa), Nigredo/Albedo, o livro das translações, Cantos do deserto, Escrita e o seu contrário, Erótica Lexicon (poesia), As estrelas sobre a casa (teatro), Em nós o céu (policial). Traduziu Vestígios, de Gérard Calandre (a sair) e Fungos de Yugoth, de H. P. Lovecraft (publicado por Black Sun). Reside em Portalegre.
Traduziu na revista DI VERSOS, 8 (Inverno de 2004), poemas do poeta francês surrealista Benjamin Péret.
Publicou Os Objectos Inquietantes, Flauta de Pan, e Os Olhares Perdidos (poesia) e Passagem de Nível (teatro). Tem ainda por publicar As Vozes Ausentes (prosa diversa), Nigredo/Albedo, o livro das translações, Cantos do deserto, Escrita e o seu contrário, Erótica Lexicon (poesia), As estrelas sobre a casa (teatro), Em nós o céu (policial). Traduziu Vestígios, de Gérard Calandre (a sair) e Fungos de Yugoth, de H. P. Lovecraft (publicado por Black Sun). Reside em Portalegre.
Traduziu na revista DI VERSOS, 8 (Inverno de 2004), poemas do poeta francês surrealista Benjamin Péret.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
OS MEMBROS DA ACADEMIA FRANCESA
Entre os 40 membros da Academia Francesa, Assia Djebar, eleita em 2005, ocupa a cadeira 5.
Esta romancista nasceu em 30 de Junho de 1936, em Cherchell (Argélia).
O seu primeiro romance, publicado em 1957, foi La Soif (A Sede), seguindo no ano seguinte Les Impatients (Os Impacientes). Em 1962, publicou em Paris Les Enfants du nouveau monde (As crianças do novo mundo).
A sua carreira de escritora tem continuado, juntamente com a intervenção no cinema, além de se ter dedicado ao ensino.
in http://www.academie-francaise.fr/immortels/index.html consultado em 2010/02/08
Esta romancista nasceu em 30 de Junho de 1936, em Cherchell (Argélia).
O seu primeiro romance, publicado em 1957, foi La Soif (A Sede), seguindo no ano seguinte Les Impatients (Os Impacientes). Em 1962, publicou em Paris Les Enfants du nouveau monde (As crianças do novo mundo).
A sua carreira de escritora tem continuado, juntamente com a intervenção no cinema, além de se ter dedicado ao ensino.
in http://www.academie-francaise.fr/immortels/index.html consultado em 2010/02/08
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
PATRICK BARRINGTON , 11.º VISCONDE BARRINGTON
Patrick Barrington, 11.º Visconde Barrington foi um poeta anglo-irlandês que nasceu em Aldglass, no nordeste da Irlanda em 29/10/1908, e faleceu Abril de 1990.
Os seus poemas, sobretudo cómicos, foram publicados na revista Punch, durante a década de 30 do século passado.
Os seus poemas mais conhecidos foram coligidos no livro Songs of Sub-Man, publicado, em 1934, pela Methuen & Company.
in Wikipédia
in Hugh Massingberd (ed.) The Daily Telegraph - Book of Obituaries, pp. 175-181
Os seus poemas, sobretudo cómicos, foram publicados na revista Punch, durante a década de 30 do século passado.
Os seus poemas mais conhecidos foram coligidos no livro Songs of Sub-Man, publicado, em 1934, pela Methuen & Company.
in Wikipédia
in Hugh Massingberd (ed.) The Daily Telegraph - Book of Obituaries, pp. 175-181
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
JOHN ALLEGRO - FILÓLOGO
John Allegro nasceu em Londres em 1923 e estudou na Wallington County Grammar School e teve uma carreira brilhante na Universidade de Manchester. Estudou dialectos hebraicos no Magdalen College, Oxford, tendo sido convidado, em 1953, a juntar a uma equipa internacional que estudava os Manuscritos do Mar Morto.A partir dos anos 60 tornou-se um controverso filólogo semitico que alguém o descreveu como o "Liberalace dos Estudos Bíblicos, envolvendo as origens do cristianismo no pensamento da "contra-cultura"
Ao contrário da maioria dos especialistas desta matéria, John Allegro não era um crente, tendo abandonado a fé após um breve período como pregador leigo e ordenando Metodista.
in The Daily Telegraph - Book of Obituaries ed. Hugh Massingberd, Pan Books, 1995, pp. 55-58
Ao contrário da maioria dos especialistas desta matéria, John Allegro não era um crente, tendo abandonado a fé após um breve período como pregador leigo e ordenando Metodista.
in The Daily Telegraph - Book of Obituaries ed. Hugh Massingberd, Pan Books, 1995, pp. 55-58
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
"CONTRABANDO" - UM JORNAL RAIANO
Do "contrabandista cultural" Carlos d' Abreu, recebemos a notícia de um novo jornal. Trata-se de "CONTRABANDO", uma publicação de gente que entende serem as fronteiras lugares de união e que entre os povos de ambos os lados da fronteira há mais coisas que os devem unir do que aquelas que os separam. No fundo, aos povos raianos, sem abdicarem da sua identidade, impõe-se um melhor conhecimento mútuo de forma a estruturarem o seu futuro de uma forma sólida.
Caros amigos "contrabandistas culturais", actuais e futuros,
o jornal "Contrabando" viu a luz do dia ontem, 1.º de Novembro, começando
ainda a ser distribuído ao longo da viagem de regresso da gráfica em
Medina del Campo. Pena ser domingo e, muitos amigos residentes ao longo do
caminho, não estarem acessíveis...
Todavia, todos poderão começar a consultá-lo desde já, electronicamente,
através do sítio
http://www.contrabando.org/
Garanto-vos que a versão impressa em suporte de papel está ainda melhor,
pois contém muito menos gralhas. Gralhas inevitáveis em qualquer
publicação deste tipo, sobretudo quando se trabalha com duas línguas tão
próximas, digo duas, por que por ora, o mirandês apenas foi tratado pelo
"contrabandista cultural" Amadeu Ferreira.
Destas já avisei o director, o qual, certamente depressa resolverá o
assunto.Digam de vossa justiça.
Aqueles que vejam alguma possibilidade de poderem colaborar na sua
distribuição, sobretudo os raianos, façam favor de dizer e sugerir.
Saudações raianas
Carlos d'Abreu
Caros amigos "contrabandistas culturais", actuais e futuros,
o jornal "Contrabando" viu a luz do dia ontem, 1.º de Novembro, começando
ainda a ser distribuído ao longo da viagem de regresso da gráfica em
Medina del Campo. Pena ser domingo e, muitos amigos residentes ao longo do
caminho, não estarem acessíveis...
Todavia, todos poderão começar a consultá-lo desde já, electronicamente,
através do sítio
http://www.contrabando.org/
Garanto-vos que a versão impressa em suporte de papel está ainda melhor,
pois contém muito menos gralhas. Gralhas inevitáveis em qualquer
publicação deste tipo, sobretudo quando se trabalha com duas línguas tão
próximas, digo duas, por que por ora, o mirandês apenas foi tratado pelo
"contrabandista cultural" Amadeu Ferreira.
Destas já avisei o director, o qual, certamente depressa resolverá o
assunto.Digam de vossa justiça.
Aqueles que vejam alguma possibilidade de poderem colaborar na sua
distribuição, sobretudo os raianos, façam favor de dizer e sugerir.
Saudações raianas
Carlos d'Abreu
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